Congressistas norte-americanos pedem fim da venda de helicópteros à Nigéria

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O Congresso adiou a sua decisão sobre a venda de helicópteros militares, por mil milhões de dólares (cerca de 935 milhões de euros), à Nigéria, onde as Forças Armadas são acusadas de terem realizado por quase dez anos um programa de abortos em massa em mulheres sobreviventes de grupos jihadistas.


Para o Governo Biden, a venda desses 12 helicópteros de ataque Viper visa reforçar segurança naquele que é o país mais populoso da África.

Para os congressistas Chris Smith (Republicano) e Sara Jacobs (Democrata), dar a aprovação final a esta venda "seria altamente inapropriado", instando o Governo a "reverter" essa transação, segundo indicaram numa carta enviada a Joe Biden.

Este pedido surge na sequência de uma investigação da agência de notícias Reuters publicada em dezembro, que dava conta de que o exército nigeriano realizou desde 2013 um programa de "abortos secretos, sistemáticos e ilegais no nordeste do país, interrompendo pelo menos 10.000 gestações entre mulheres e meninas, muitas das quais foram sequestradas e violadas por combatentes jihadistas".

O exército nigeriano nega essas acusações.

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