Liderança do ministério da Defesa da Ucrânia chamada ao parlamento

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O comité parlamentar de segurança nacional, defesa e inteligência da Ucrânia chamou ao parlamento altos funcionários do Ministério da Defesa ucraniano. Em causa estão alegações dos meios de comunicação da Ucrânia de que o ministério estará a comprar alimentos para o exército a preços inflacionados.


O jornal ucraniano Zn.Ua , que a Defesa ucraniana terá comprado alimentos para os militares a preços duas a três vezes mais altos do que aqueles que são praticados nos supermercados de Kyiv, o que revela um possível esquema de corrupção, segundo o Zn.Ua. O mesmo jornal diz que o ministério, supostamente, assinou um contrato de cerca de 330 milhões de euros para compras de alimentos em 2023.

“Em relação às compras do Ministério da Defesa, esses preços inflacionados não são apenas para alimentos”, garantiu a parlamentar Mariana Bezuhla, vice-chefe do comité de segurança nacional do parlamento ucraniano, no Facebook.

Segundo Bezuhla, o Serviço de Auditoria do Estado da Ucrânia está a analisar os gastos do Ministério da Defesa, esperando "conclusões berrantes".


Por sua vez, Mykhailo Podolyak, assessor presidencial ucraniano, confirmou a auditoria, considerando, em comunicado: “Se as alegações forem confirmadas, devemos encontrar aqueles que assinaram este contrato, conduzir uma investigação e então responsabilizar essas pessoas."

O Zn.Ua dá conta de um contrato assinado a 23 de dezembro de 2022, de cerca de 330 milhões de euros, que prevê a entrega de alimentos aos soldados ucranianos estacionados em Poltava, Sumy, Kyiv, Zhytomyr, Chernihiv e Cherkasy. Segundo o mesmo jornal, o contrato estipula, por exemplo, o preço de um ovo em 43 cêntimos, quando o mesmo produto, em Kyiv, custa 18 cêntimos.

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