Niccolò Figà-Talamanca estava detido há quase dois meses.
O responsável nega qualquer ato ilícito relacionado com alegadas tentativas do Qatar e de Marrocos de influenciar os assuntos da União Europeia (UE) através de subornos, que estão a ser investigados por procuradores belgas.
No âmbito do escândalo de corrupção 'Qatargate' havia até hoje quatro arguidos em prisão preventiva desde finais de dezembro, acusados de pertencerem a uma organização criminosa, corrupção e branqueamento de capitais. Com a saída Niccolò Figà-Talamanca passam a três os detidos.
Trata-se da vice-presidente do Parlamento Europeu Eva Kaili, que foi demitida das suas funções na instituição depois da detenção.
A par de Kaili, estão envolvidos no processo e presos na Bélgica o seu assessor e companheiro Francesco Giorgi, e o ex-eurodeputado Pier Antonio Panzeri.
A investigação conduzida pelas autoridades belgas permitiu a apreensão de malas com dinheiro no total de 1,5 milhões de euros e quatro pessoas foram indiciadas pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação numa organização criminosa.
Na quinta-feira o Parlamento Europeu (PE) aprovou o levantamento da imunidade dos eurodeputados Andrea Cozzolino e Marc Tarabella, na sequência de um pedido das autoridades belgas a propósito da investigação ao escândalo de corrupção.
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